A mulher é vento e brisa
Inconstante, doce
Num tumulto ou calmaria
Beijando o mundo com os seus lábios de seda carmim
Numa melodia leve
Viaja no momento infinito
Partilhando o amor, a paz, o sentir
No monumento feito corpo e pele
Personifica o encanto da viagem terrestre
No ventre, o inicio da jornada que um dia acaba
Nas mãos, o cuidado único
As memórias intactas espelhadas no olhar misterioso e subtil
No vermelho a verdadeira essência.
20/3/06
Susana Hurtado







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